L'Oceanogràfic de la Ciutat de les Arts i les Ciències, Valencia, Junho de 2011
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
# Dia 3 | Rio
Rio Douro, Medas, Fevereiro de 2011
Hoje trago as brumas no
pensamento, uma imensa bruma que me orvalha os olhos.
TMT
quarta-feira, 2 de maio de 2012
# 1 | 5 Semanas, 5 Doces [Leite Condensado]
Semifrio de Oreo
Ingredientes
2 pacotes de natas
1 lata de leite condensado
3 pacotes bolachas de Oreo
150 gr de manteiga
1 colher de sopa de gelatina neutra
2 colheres de sopa de leite
Picar 2 pacotes de bolachas Oreo e misturá-los à manteiga, com esta pasta forrar o fundo de uma
forma de aro amovível. Reservar. Bater as natas até ficarem bem espessas,
acrescentar o leite condensado e a gelatina previamente dissolvida no leite
morno. Picar grosseiramente algumas bolachas e acrescentar ao creme que se
verte na forma e vai ao frigorífico. Reservar algumas bolachas para a decoração.
Devo confessar, esta é a encomenda a entregar amanhã, logo pelas 8 da matina, juntou-se o útil ao agradável. Pediram-me algo com Bolachas Oreo, pesquisei, pesquisei e nada me encheu os olhos, logo, peguei numa coisa daqui, outra dali e deu nisto.
# Dia 2 | Mar
Miramar, Fevereiro de 2012
Hoje este é o meu Mar e hoje sou assim...
Mafalda Arnauth
Eu nasci nalgum lugar
Donde se avista o mar
Tecendo o horizonte
E ouvindo o mar gemer
Nasci como a água a correr
Da fonte
E eu vivi noutro lugar
Onde se escuta o mar
Batendo contra o cais
Mas vivi, não sei porquê
Como um barco à mercê
Dos temporais.
Eu sei que o mar não me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Que te levei ao mar quando te vi
Eu sei que o mar não me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Quem dele se perdeu
Assim que te perdi.
Vou morrer nalgum lugar
De onde possa avistar
A onda que me tente
A morrer livre e sem pressa
Como um rio que regressa
Á nascente.
Talvez ali seja o lugar
Onde eu possa afirmar
Que me fiz mais humano
Quando, por perder o pé,
Senti que a alma é
Um oceano.
Donde se avista o mar
Tecendo o horizonte
E ouvindo o mar gemer
Nasci como a água a correr
Da fonte
E eu vivi noutro lugar
Onde se escuta o mar
Batendo contra o cais
Mas vivi, não sei porquê
Como um barco à mercê
Dos temporais.
Eu sei que o mar não me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Que te levei ao mar quando te vi
Eu sei que o mar não me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Quem dele se perdeu
Assim que te perdi.
Vou morrer nalgum lugar
De onde possa avistar
A onda que me tente
A morrer livre e sem pressa
Como um rio que regressa
Á nascente.
Talvez ali seja o lugar
Onde eu possa afirmar
Que me fiz mais humano
Quando, por perder o pé,
Senti que a alma é
Um oceano.
terça-feira, 1 de maio de 2012
# Dia 1 | Pôr do Sol
Porto, Fevereiro de 2012
Se pudesse ser fogo,
aquecia-te
Se pudesse ser água,
saciava-te
Se pudesse ser ar,
envolvia-te
Se pudesse ser terra,
alimentava-te
Mas nada sou...
Tenho no teu olhar a
minha luz
No teu sorrir o meu sol
Em ti, o meu refúgio
E sei que com a tua mão
na minha,
não tenho medo.
TMT
Desafios de Maio
E pronto, Maio começou e vai ser movimentado, temos em mãos um desafio literário (Alma de Mãe), um culinário (O Mundo Catita da Rita) e um fotográfico (Abracadabra da Vida), isto promete.

# Dia +1 | Tão perto e tão longe
Há histórias que deixam em nós a sua marca, são tatuagens na nossa mente. Tenho a mente tatuada com estas histórias, uma delas desenhou-se na infância: A Vendedora de Fósforos de Hans Christian Andersen. Não é uma história feliz, é um conto de Natal trágico. Nem sempre os Natais são alegres, nem sempre as histórias têm finais felizes, nem sempre a felicidade é o que parece. A minha ligação à A Vendedora de Fósforos é pessoal, não a posso explicar facilmente, acho que nem sequer consigo. Por vezes vemos o mundo do lado de fora da janela, eternamente na plateia. Vamos queimando um a um os nossos fósforos na esperança de passar da plateia para o palco e fazer do longe, perto. Muitas vezes tudo o que precisamos é que nos dêem a mão e nos digam ao ouvido estou aqui e as linhas que seriam para sempre paralelas cruzam-se. Tudo que é preciso é um passo, um pequeno primeiro passo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


